Passei a semana seguinte toda me despedindo das pessoas que eu conhecia, das pessoas que com certeza me farão muita falta. A viajem era no dia seguinte e ainda não tinha arrumado minhas malas...
- Filha, já preparou suas coisas?
- Não mãe, já to indo arrumar.
Minha mãe estava muito nervosa, tinha tanta coisa para empacotar... Mas, até que essa nova casa pode ser boa coisa, meu pai falou que a casa é bem maior, que tem um jardim lindo e que ele vai me dar um quarto novinho em folha.
- Mãe, na nossa nova casa terá uma piscina?
- Acho que não.
- Ah! Que pena!
- Relaxa. Com certeza terá muitas outras coisas legal para você fazer lá.
- Pode até ser... Mas meus amigos não estarão lá.
- Você pode muito bem fazer outros amigos.
Minha mãe até falava de um jeito que até parece que fazer amigos, amigos verdadeiros era tão fácil... Aqui no Brasil, que eu vivi minha vida toda só tive dois amigos verdadeiros, a Nicole e o Gustavo.
Já era tarde, fui dormir. No dia seguinte acordei com meu pai gritando:
- Amor, você já colocou minhas meias na minha mochila?
É... Acordei rindo!
- Bom dia! Parece que acordou de bom humor hoje, né? – disse minha mãe.
- Isso é bom, hoje o dia será muito cansativo. – disse meu pai.
- Ain, que preguiça. Vou tomar um banho. – eu falei.
Quando sai do banho entrei rapidinho no Twitter “Daqui a pouco irei para o aeroporto, vou sentir muita saudade do Brasil...” . Saí do Twitter e fui colocar mais algumas coisinhas na minha mala e, eu, meu pai e minha mãe entramos no taxi rumo ao aeroporto.
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Sei que esse capítulo foi chatinho, mais vou ver se consigo já deixar programado um novo capítulo para de madrugada e outro para amanhã de tarde.
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